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Archive for the ‘Religionices’ Category

Passados 7 meses desde a última postagem, é hora de finalmente sacudir a poeira e limpar as teias de aranha que se acumularam desde então. Na ocasião dei meu pitaco (ou sapatada, como a definiu o Biajoni) numa discussão interblogueira sobra a pertinência e importância da obra de Richard Dawkins, em particular do livro “Deus, um delírio”. A discussão meio que se encerrou, talvez por esgotamento dos participantes, após uma série de posts (começando com este) do Lelec, no A terceira margem do Sena , culminando num post índice: Guia incompleto de leituras sobre Dawkins e adjacências. Daí que a idéia inicial era dar seqüência à novela discussão criticando a crítica do Lelec, só que a crítica do Lelec não é uma crítica facinha como as de que falei no post anterior, exigindo portanto, um tratamento mais cuidadoso. O que toma tempo. Que ficou ainda mais escasso com outras demandas que surgiram nesse ínterim exigindo minha atenção, atrasando o post até agora. (more…)

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Richard Dawkins na 34th American Atheists Conference 2008. Foto: Mike Cornwell.

Richard Dawkins na 34th American Atheists Conference 2008. Foto: Mike Cornwell.

Desde a publicação de Deus, um Delírio, Richard Dawkins se tornou um dos mais conhecidos críticos das religiões, e como não podia deixar de ser, acaba recebendo o troco, virando uma espécie de pararraios de críticas anti-ateístas. Volta e meia alguém escreve algum artigo, ou livro tentando faturar em cima provar que ele está errado. O que sempre gera grande atividade na blogosfera.

A mais recente temporada de caça ao Dawkins na lingua de Machado, foi aberta no Facebook pelo Marcos Donizetti. Mas como infelizmente não sou amiguinho do Donizetti no FB, então não sei exatamente os comos e os porquês, apenas a resposta que o Biajoni deu, seguida do troco que levou, gerando um aparte do Daniel, respondido mais uma vez pelo Donizetti, culminando com uma carteirada do André Egg de um lado, e um pitaco do O Mala, digo, O Chato, do outro. E, como eu também sou chato, e no embalo do meu post anterior, que tambem se originou de conversa em rede social, resolvi dar meus pitacos também.

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Este post se originou de uma conversa iniciada no Twitter com meu amigo Ivan de Almeida (@ivan_de_almeida), autor do excelente Fotografia em Palavras, e que chegou ao limite do que se pode discutir com a devida clareza no limite de 140 caracteres do Twitter. De modo que combinamos de continuar a conversa por aqui.

Tudo começou com um link, divulgado pelo @thalestrigo, de uma palestra do Slavoj Zizek em Princeton: “Why only an atheist can be a true christian“. A que o Ivan fez as seguintes observações:

Ser ateu é perda de tempo. Caso a pessoa seja ateu, faz mais sentido viver a vida e deixar esse assunto de lado…

…Caso a pesoa seja verdadeiramente a-religiosa, para que perder tempo se preocupando com isso? Nem precisa declarar.

…É irracional preocupar-se com o que não existe -risos.

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Há já mais de um mês o sempre imperdível NPTO publicou mais uma das suas também imperdíveis resenhas, desta vez sobre “Deus não é grande – como a religião envenena tudo” de Christopher Hitchens. Hitchens é conhecido como um dos “New Atheists“, juntamente com Richard Dawkins, Sam Harris, e Dan Dennett, dos quais eu só não li ainda o último.
O Nepê, assim como o Idelber antes dele, já havia publicado uma série de posts sobre “Deus: um delírio” de Dawkins (partes 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 7), os quais, para minha tristeza só vim a conhecer com grande atraso.
Embora tenha colado, o rótulo “New Atheists” é profundamente enganoso, ao sugerir que se trata de um grupo no sentido mais estrito do termo. Quase como que uma seita religiosa. É claro que para seus detratores, e esses são muitos, é disso mesmo que se trata: os “novos” ateus seriam tão (ou até mais) fundamentalistas quanto aqueles a quem criticam.
Para Sam Harris contudo, a própria palavra ‘ateu’ é desnecessária, assim como não temos um termo para quem não crê em astrologia, ou alquimia (ou fadas (a-fadista?) diria Dawkins). Segundo ele:

“..’ateismo’ não é uma filosofia, e nem mesmo uma visão de mundo, mas simplesmente uma recusa a negar o óbvio..” (more…)

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Ok, estou preparando um longo comentário a este post do NPTO, mas nesse meio tempo deparei com este outro no A terceira margem do Sena, que achei bem a calhar. Daí….

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